O som da bota de Marco batendo contra o concreto era o compasso do meu funeral. Ele entrou na câmara blindada com a boneca de porcelana em uma das mãos e uma faca de caça na outra. Seus olhos brilhavam com a ganância de quem estava prestes a se tornar um rei às custas da minha desgraça.
— Aqui está, chefinho — Marco disse para a tela onde Li Wei assistia, a imagem do chinês sádico congelada em uma expressão de expectativa viciosa. — O coração do seu império.
Com um movimento bruto, Marco rasgou