ARIEL MACEY
A clínica parecia diferente hoje. Menos opressora. Talvez porque eu não estava entrando lá para ver alguém, mas para levar alguém de volta à vida.
Minha avó estava sentada na poltrona do quarto, vestida com suas melhores roupas, era um conjunto de lã azul que ficava um pouco largo agora.
Quando me viu, o rosto dela se iluminou.
— Minha menina!
— Vovó! — Corri para abraçá-la.
— Vamos sair desse lugar? — ela perguntou, ansiosa.
— Vamos. O carro está esperando.
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