ARIEL MACEY
A caixa retangular dentro da minha bolsa aumentava minha ansiedade.
Enquanto o táxi percorria as ruas molhadas de Seattle, voltando do bairro suburbano da minha avó para a opulência de Queen Anne, eu mantinha a bolsa apertada contra o meu colo, como se o objeto lá dentro fosse radioativo. E, de certa forma, era. Aquele pedaço de plástico e química tinha o potencial de explodir a minha vida com uma força muito maior do que qualquer escândalo ou ameaça mafiosa.
Desci do táxi na