ARIEL MACEY
A primeira coisa que voltou foi a dor.
Não era uma dor aguda, mas sim um latejar rítmico, como se houvesse um pequeno martelo batendo contra a parede interna do meu crânio, logo acima da orelha direita levando até a nuca.
Abri os olhos com dificuldade. Minhas pálpebras pareciam pesadas, coladas por um sono químico e profundo.
A primeira imagem foi um teto branco. Com placas acústicas perfuradas e uma luz fluorescente. Não era o teto do meu quarto na mansão.
Virei o rosto d