ARIEL MACEY
Saí do quarto e encontrei Dante e Luna no pé da escada.
Dante tinha trocado a camisa polo por uma camiseta preta básica e uma jaqueta corta-vento escura. Ele segurava uma mochila pequena em um ombro e a mão de Luna na outra. Luna estava radiante e tinha colocado um boné rosa virado para trás.
Quando me viram descer, Luna deu pulinhos no lugar. Dante apenas me olhou. O olhar dele percorreu meu rosto, buscando sinais de que eu ainda estava brava ou ia desistir.
— Prontas? — ele perguntou, estendendo a mão livre para mim. O que deu nesse homem? Por que eu seguraria a mão dele e ainda na frente da Luna?
— Prontas — respondi, ignorando seus dedos.
Saímos para a garagem. Dante dispensou o motorista novamente e escolheu um SUV preto. Ele abriu a porta de trás para Luna, ajudando-a a prender o cinto de segurança.
Sentei-me no banco do carona.
O trajeto até o Discovery Park foi preenchido por uma playlist de rock clássico que Dante colocou em volume baixo e pelos so