ARIEL MACEY
Henrico estava usando um terno preto feito sob medida, sapatos italianos brilhando, e aquele sorriso de canto de boca que fazia meu sangue ferver de ódio.
— Você! — sibilei, tentando puxar meu braço, mas ele não cedeu. — Me solta.
— Calma, gattina. Não queremos fazer uma cena na frente das enfermeiras, queremos? — Ele sorriu, mas o brilho nos olhos era de aviso. — Sua avó pode ouvir se você gritar. E não queremos que a pressão dela suba, certo?
Parei de lutar instantaneamen