Enrico ficou parado na praia, observando Aurora se afastar com passos firmes. As palavras dela ainda reverberavam em sua mente, cada uma como um golpe certeiro. Pela primeira vez em muito tempo, ele não tinha uma resposta na ponta da língua, algo que o deixava inquieto.
Ele passou as mãos pelos cabelos, frustrado, e se sentou novamente na areia. Enrico sabia que era impulsivo, sabia que às vezes deixava a língua correr mais rápido que o cérebro, mas aquilo tinha sido um erro monumental. Ele que