51. O jantar
Elise Quinn
Havia um tipo de silêncio especifico que habitava aquela maldita casa. E eu particularmente odiava.
Minhas mãos ainda estavam paradas sob a mesa de mármore observando Victor Cross como se fosse um fantasma.
Só o nome dele já era suficiente para fazer meu estômago revirar.
Ele estava sentado à mesa como se fosse um convidado comum, segurando uma xícara de café entre os dedos longos, postura calma demais.
Salvatore parecia satisfeito.
Aquilo me assustava ainda mais.
— Sente-se, Elis