Rocco Pussenti...
Não quero acreditar que tem alguém batendo na porta, ainda mais quando olho para o relógio e vejo que são oito horas da manhã de domingo. Me arrasto, dormindo feito um zumbi, já que depois da noite que tive não podia ser diferente. Mas olha só, é o filho da puta do Levy.
— Boas notícias! — anuncia, vomitando um sorriso idiota no rosto.
— Vai se foder! — mando com zero paciência. O desgraçado ri, como se o maluco fosse eu.
Mas eu sou maluco!
— Se não quer saber o que tenho de b