Sorvi em meus pulmões aquele cheiro tão viciante — algo incomparável. O cheiro da morte.
Adorava ver o modo como a carne humana era queimada pelas chamas, como o couro se desprendia dos ossos ao mesmo tempo que o fogo transformava um ser humano insignificante em um nada. Eu apreciava a maneira que Pietro queimava vivo enquanto se debatia nas correntes em seus últimos segundos de vida.
Tudo — tirar vidas, usufruir da dor do outro — era como um vício para mim. Algo que nunca pararia de fazer e