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Me sentei na cadeira que Dominic puxou para mim, ainda nervosa, sem saber o que ele estava tramando.
— Você sabe jogar pôquer, não é, meu anjo? — Dominic me perguntou, sentando-se à minha frente enquanto embaralhava as cartas.
— Sei — respondi, ainda confusa com tudo, por ele ter me trazido àquela sala de pôquer privada — sala com paredes negras que davam ao lugar uma atmosfera mais sombria.
Não era possível que ele quisesse jogar cartas comigo... Ou queria?
— Ótimo. Isso me poupará tempo t