Ele repousou a cabeça no meu ombro, com o braço ao meu redor, como se não quisesse se afastar nem por um segundo. Não importava o que eu fizesse — ele estava lá, quase como uma sombra.
— Você está bem aí? — Perguntou ele, sua voz suave, o tom casual, mas ainda assim com aquela marca de possessividade que eu já começava a reconhecer.
— Sim. — Eu respondi, me virando um pouco para olhar para ele, e sorri, sem conseguir conter o quanto aquele comportamento me divertia. — Mas você está me grudando