O sol da manhã invadia a suíte pela fresta da cortina branca. Um dourado quente que se espalhava pelos lençóis, pelo chão de madeira clara, pela pele dele.
Max ainda dormia. O braço jogado por cima do travesseiro que eu havia abandonado, o peito subindo e descendo num ritmo tranquilo, como se ele estivesse em paz com o mundo — e com ele mesmo.
Sorri sozinha, abraçando meus joelhos sentada na poltrona ao lado da cama. Eu já tinha tomado banho, trocado de roupa, até passado um rímel leve. E, mesm