Fazia sol naquela manhã. O tipo de sol que não queima, só abraça. A luz atravessava a cortina branca da sala, desenhando padrões suaves no tapete. Giovanni estava deitado de bruços sobre uma manta, com as perninhas gordinhas chutando o ar e os bracinhos agitados, como se quisesse levantar voo. Ele estava rindo sozinho. Sabe aquele riso de bebê que é puro som e leveza? Era isso.
— Você tá de bom humor hoje, hein, meu amor? — murmurei, ajoelhada ao lado dele, enquanto ajeitava o body azul-claro q