No lugar do entusiasmo, o que apareceu foi um rosto fechado.
O olhar dele caiu sobre Isabela, que estava de braço dado com Jorge. A mão que segurava a marmita se fechou com força. Ele conteve o impulso e forçou um sorriso:
— Isa, eu comprei aquele frango à parmegiana que você adora.
Isabela lançou um olhar de canto, as sobrancelhas ligeiramente franzidas, com um tom claro de deboche:
— Que eu adoro? Sabia... Você nunca me entendeu de verdade. — Ela levantou os olhos e encarou Sandro. — Eu nunca