Depois daquela conversa com o Marcelo, comecei a observar o Samuel em casa.
Antes, eu sempre acreditava que um casamento precisava de confiança e nunca tinha mexido no celular ou e-mail dele.
Mas, desde que a desconfiança surgiu, comecei a notar cada vez mais coisas estranhas no comportamento dele.
Ele sempre usava o celular escondido, e à noite o colocava debaixo do travesseiro, como se tivesse medo que alguém tocasse nele.
Às vezes, ele ria sozinho enquanto digitava mensagens.
Todos esses si