O 38º andar da Blackwell Industries raramente dormia — mas, naquela noite, estava mais vivo do que nunca. A ativação do protocolo V-12 havia transformado o departamento estratégico em uma zona de guerra silenciosa. Luzes acesas em cada mesa. Analistas andando de um lado para o outro. Setores isolados. A TI mergulhada em códigos frenéticos.
E no centro de tudo isso estava Damian Blackwell.
Mas, diferente de todos ali, ele não parecia focado no sistema.
Ele parecia focado em uma pessoa.
Elara.
El