O silêncio daquela madrugada era quase opressor.
Do lado de fora, o vento soprava entre as árvores da casa principal da matilha, e Hellena observava pela janela o mesmo céu nublado que cobria o Norte.
Havia algo diferente no ar — um tipo de energia que fazia sua pele arrepiar e seu coração bater fora do ritmo.
O vínculo.
Ela não queria admitir, mas sentia. Desde o conselho, uma linha invisível a prendia a ele, atravessando a distância, a razão e o medo.
Augusto.
O nome ecoava em sua mente como