A luz da fenda pulsava, viva, como se respirasse. Não era só claridade. Era matéria. Era som. Era presença.
Quando atravessaram... não houve chão. Não houve teto. Nem sequer houve tempo. Por um breve instante — que pareceu uma eternidade condensada —, todos sentiram a pele arrepiar, o estômago afundar, os ossos vibrarem em uma frequência que não pertencia a este mundo.
E então... estavam dentro.
A luz se desfez, apagando-se como cinzas que evaporam ao vento, revelando a escuridão úmida de uma c