O silêncio das montanhas não era o silêncio da ausência. Era um silêncio cheio de som — vento que assobiava entre as pedras, asas que cortavam o ar, galhos que não deveriam se mover... mas se moviam. O tipo de silêncio que deixava claro que havia vida em cada fresta, mesmo que ela nunca quisesse ser vista.
O grupo parou na beirada de um penhasco, o mapa aberto nas mãos de Evelin, que franzia o cenho, olhando de volta para os outros.
— Estamos aqui. — Ela bateu o dedo no ponto marcado, onde as