O silêncio da floresta que antes parecia protetor... que antes parecia guiá-los... rompeu.
Foi sutil. Um deslocamento de ar. O som de folhas se curvando, não para o vento, mas para algo que não deveria ter peso. Uma sombra mais densa do que a própria ausência de luz.
Evelin foi a primeira a perceber. A tatuagem no pulso queimou, não de calor, mas de gelo, como se uma lâmina fria pressionasse direto contra o osso.
Ela se virou.
E lá estava.
No limite entre a sombra e o real, entre o que se vê e