O martelo desceu. O metal respondeu com um grito agudo, faíscas voando como pequenos cometas dourados.
Cael deixou o martelo pender, respirando fundo. O cheiro de ferrugem, fumaça e óleo queimado preencheu seus pulmões. Mas havia algo além no ar.
Algo... que não vinha da forja.
As espirais gravadas no pedaço de aço à sua frente pareciam pulsar. Não fora ele quem as desenhou. Elas surgiram — como surgem as rachaduras no gelo quando a pressão fica insuportável.
Ele limpou o suor da testa, fitando