A noite na Toscana não era mais composta de sombras e silêncio, mas de um clarão alaranjado e do odor acre de pólvora e metal incinerado. O ar vibrava com a frequência das detonações, e o solo da Fazenda, que por séculos abrigou videiras e oliveiras, agora bebia o sangue de uma guerra fratricida.
Os portões principais da fazenda, embora deformados e fustigados pelas explosões de termite, permaneciam de pé, como um testamento à engenharia defensiva de Thomas. No entanto, o patriarca Santoro sabi