O som metálico dos portões de aço selando as saídas ecoava como a batida de um martelo em um caixão. Dentro dos túneis frios e empoeirados, a luz vermelha de emergência pulsava, transformando as paredes brancas em um cenário que parecia banhado em sangue.
Saimon Benedict estava parado diante do portão lacrado, seus dedos enluvados de couro preto apertando o rifle com uma força que fazia o metal ranger. Suas narinas estavam dilatadas, e a respiração saía pesada, carregada de um ódio que transcen