A biblioteca da fazenda toscana parecia ter encolhido. O ar estava saturado com o cheiro de fumaça de charuto, uísque caro e o peso de segredos que deveriam ter permanecido enterrados. Mapas mundiais estavam estendidos sobre a mesa de carvalho, iluminados por luminárias de bronze que projetavam sombras longas e distorcidas nas paredes repletas de livros antigos.
Saimon mantinha os braços cruzados, os nós dos dedos brancos de tanta tensão. Thomas, ao seu lado, analisava coordenadas em um laptop