O som das britadeiras de Colin ecoava como um relógio de tortura, lembrando Saimon de que o tempo era um luxo que eles não possuíam mais. Ele deixou Louise descansando sobre o leito de folhas e começou a tatear as paredes úmidas de calcário. Ele não aceitaria ser enterrado vivo por um irmão que cheirava ao suco da loucura.
Seus dedos, feridos e sujos de terra, encontraram algo diferente. Não era a rocha fria, mas uma corrente de ar sutil, quase imperceptível.
— Louise, levante — Saimon sussurro