Chegada à Fazenda – 04h01 da madrugada
A caminhonete preta cruzou o portão de ferro da fazenda Duarte sob o céu ainda escuro, onde apenas a linha do horizonte começava a clarear. O silêncio da madrugada fazia a propriedade parecer uma pintura antiga: os galpões adormecidos, os jardins imóveis, a luz tênue da varanda da sede.
Amanda dormia com a cabeça encostada no ombro de João. O vestido azul tinha marcas do longo jantar, o colar dos Duarte ainda pendia em seu pescoço. João parou o carro lenta