Em meio às vidraças imensas de uma cobertura luxuosa na Suíça, Walesca Morne apreciava seu vinho, cruzando as pernas, elegante, fria, calculista. Uma mulher poderosa, bilionária, com histórico sombrio no mundo dos negócios — e no mundo dos amores.
O celular toca. Ela atende, sem tirar os olhos da taça.
— Alô...
Uma voz masculina, sarcástica, responde do outro lado da linha:
— Como você queria... Amanda Duarte ainda está em coma. E a empresa dela... — ele ri — está afundando.
Walesca sorri, mali