Ana, sempre a mãe protetora, olhou para a filha e depois para o neto, seu olhar carregado de uma mistura de preocupação e cautela. Augusto, com um sorriso discreto, acenou para que todos se acalmassem.
— Deixa o Jorge ficar ao meu lado — disse Augusto, a voz grave e autoritária, como se fosse o fim da discussão.
Mas Mirela, irritada, não se deu por vencida:
— Meu tio, os outros netos estão aqui... Por que só o Jorge tem privilégio?
Antes que Augusto pudesse responder, o pequeno Jorge, com sua p