Na sala de reunião, o ar parecia denso. Rodolfo Pelegrini mal havia terminado sua colocação sobre possíveis novos cargos quando Zara se levantou de repente, empurrando a cadeira com força.
— "Amanda, você acha que pode dizer o que quiser só porque está com o João?" — gritou, a voz trêmula de raiva e ressentimento.
— "Meu pai é acionista aqui também! E EU, sendo filha dele, tenho DIREITO! Você tá ouvindo? DIREITO!"
Apontou o dedo na direção de Amanda com agressividade, a voz ecoando pelas parede