Alice abriu os olhos novamente sentindo aquele calor particular que só Felipe parecia ser capaz de transmitir. O toque dele, mesmo leve, aquecia alguma coisa profunda dentro dela. Não havia dor, não havia cansaço. Ela se sentia… forte. Forte demais. Forte o suficiente para, por um instante, esquecer que havia quase perdido a vida.
Quando Liandra entrou no quarto, Alice sorriu sem nem pensar. Mas assim que a amiga segurou sua mão, algo imprevisível percorreu sua pele. Um pulso estranho, quente,