O dia amanheceu arrastado, pesado.
Alice acordou suando, com a lembrança vívida do sonho da noite anterior — aquele lobo castanho-acinzentados a fitando no meio de uma floresta enevoada, o som rouco de um rosnado que parecia dizer o nome dela.
Ela levou a mão ao peito, o coração ainda descompassado.
“Eu preciso encontrá-lo.”
Não sabia de onde vinha a certeza, mas ela a consumia.
Era uma necessidade que queimava sob a pele, como se algo dentro dela chamasse por resposta.
Ela tentou ignorar