O riso deles ainda ecoava pelo quarto, nervoso, leve, como quem tenta tirar peso de algo que não sabe explicar.
Felipe ainda a observava, e Alice tentava compreender o impossível.
O ar entre os dois carregava uma mistura doce e confusa: desejo, curiosidade e medo.
Ela desviou o olhar, mexendo as mãos.
— Acho que… vou tomar um banho. — disse, com um sorriso trêmulo.
— Claro — respondeu ele, simples, a voz calma, mas o olhar atento.
Felipe esperou que ela entrasse no banheiro antes de sair