O celular de Alexei vibrou sobre a bancada da cozinha, entre um copo de suco de laranja e um prato de blini que Jenn atacava sem cerimônia.
Alexei viu o nome na tela e não conteve o sorriso de canto de boca.
“Sasha”
— Lá vem ele… — Murmurou, atendendo e encostando no batente da porta da varanda.
— Zdravstvuy (E aí), Lekha! — A voz de Sasha veio vibrante, carregada de bom humor e deboche. — Me diz que é verdade… Me diz que a bonequinha de porcelana do clã Kovalenko foi chutada da mansão Rurik co