A respiração de Dmitry ainda estava entrecortada.
O toque de Susan em sua pele parecia arrancar as camadas mais densas de medo, controle e autopunição que ele vestia há anos. Ele ainda segurava sua cintura, o corpo dela colado ao seu, como se só assim ele pudesse continuar respirando.
Ela ergueu o rosto, os olhos verdes cheios de algo calmo e curioso.
— Dmitry… — Disse, a voz mais baixa que um sussurro. — Você quer dormir comigo hoje?
Ele a encarou.
Os olhos dela não tinham segundas intenções.