Susan não se mexeu por longos segundos.
Ficou parada junto à vidraça, observando o reflexo do homem que havia arrastado outro por ciúmes, ou talvez por puro instinto de posse.
Seu coração ainda martelava no peito, não pela cena em si, mas pelo que despertava nela.
Desejo.
Medo.
Algo entre o fascínio e o terror primitivo de estar diante de uma força da natureza que podia, com a mesma intensidade, protegê-la ou destruí-la.
Ela sentiu um arrepio subir pela nuca. Mas não fugiu.
Nem olhou para o lad