O tempo, ali, não fluía como no mundo exterior.
No andar mais alto da mansão Rurik, o quarto onde o casulo de Susan descansava fora selado por camadas de proteção que ultrapassavam os reinos físicos.
Luz lunar permanente atravessava os vitrais encantados, mesmo nos dias nublados. O ar era quente, úmido, e carregado com o aroma de jasmim e cinzas ancestrais.
O casulo pulsava lentamente, como se respirasse. Feito de filamentos de luz branca e traços escuros como obsidiana líquida, ele se mantinh