Praga, 04:09 da madrugada
Dmitry permaneceu de pé no centro da destruição, as veias ainda pulsando em azul e prata. Seu corpo, nu, imponente, coberto de sangue e luz, parecia esculpido pela própria lua. Mas os olhos… Ah, os olhos já não carregavam a fúria de um deus.
Eles buscavam algo.
— Acabou? — Alexei perguntou, caminhando entre os restos calcinados das bruxas. — Porque se você tiver mais alguma transformação divina guardada, avisa, por favor. Meu coração não é imortal.
Sasha assobiou, dando uma boa olhada na forma humana de Dmitry.
— Olha, eu não queria dizer nada… Mas o novo visual é… Chamativo. Meio épico. Meio… Pelado.
Dmitry virou lentamente, ainda em silêncio.
— Vocês vão ficar comentando da minha nudez ou vão me dar um casaco? — Rosnou, com uma sobrancelha arqueada, caminhando como se a neve fosse chão morno.
Alexei tirou a jaqueta e jogou em sua direção, tentando conter o riso.
— Você literalmente rasgou uma mulher com as mãos e sugou a alma dela como se fosse café. E a