Praga, 04:09 da madrugada
Dmitry permaneceu de pé no centro da destruição, as veias ainda pulsando em azul e prata. Seu corpo, nu, imponente, coberto de sangue e luz, parecia esculpido pela própria lua. Mas os olhos… Ah, os olhos já não carregavam a fúria de um deus.
Eles buscavam algo.
— Acabou? — Alexei perguntou, caminhando entre os restos calcinados das bruxas. — Porque se você tiver mais alguma transformação divina guardada, avisa, por favor. Meu coração não é imortal.
Sasha assobiou, d