Diferente do que sempre fazia, Alexei não foi até o bar. Não procurou um copo de whisky para afogar o incômodo que insistia em apertar o peito.
Não.
Seguiu direto para o quarto onde seu pai ficava.
Aquele lugar parecia mais apropriado para o momento que precisava.
O quarto estava em penumbra, a única luz vinda das cortinas semiabertas que deixavam o luar pintar o chão em tons pálidos. Alexei largou o celular no criado-mudo com um suspiro pesado, afundando-se na poltrona encostada ao lado da cam