O bar era um antro de fumaça, vozes arrastadas e o cheiro azedo de álcool misturado com perfume barato. Sasha sentou-se no canto, pedindo uma dose atrás da outra, deixando o líquido queimar a garganta, torcendo para que também queimasse aquilo dentro dele.
Aquele vazio que insistia em latejar, lembrando-o do que não podia ter.
A garçonete passou por ele. De longe, Sasha já a tinha notado. Não conseguia não notar.
Os cabelos loiros, quase dourados, presos de qualquer jeito. A pele clara, como m