Dmitry subiu as escadas com passos silenciosos, mas pesados, como se cada degrau fosse uma sentença que ele mesmo tivesse que cumprir. O corredor estava escuro, exceto pela luz fraca que escapava pela fresta da porta do quarto em que Susan ficava antes.
Ele parou diante da porta, fechando os olhos por um segundo, respirando fundo.
“Vai.” O Lycan rugiu dentro dele, impaciente. “Antes que seja tarde.”
Dmitry fechou a mão em punho, lutando contra o medo. O mesmo medo que sempre o impedia de se mos