O silêncio era a única coisa que preenchia o quarto. Não havia uivos, nem vozes, nem mesmo os sons típicos do hospital de cura da Costa da Lua. Apenas o ruído contínuo de um monitor arcano que pulsava com o ritmo lento da vida.
Bryan acordou com um peso insuportável no peito. Os olhos abriram-se devagar, pesados como chumbo, as pálpebras coladas pelo suor seco e pelas lágrimas mal dormidas. A luz fraca do ambiente lançava sombras prateadas sobre as paredes, filtrada por cortinas encantadas. Era