Quando Mia saiu da escuridão do corredor, como uma aparição moldada em prata e dor, Bryan foi o primeiro a vê-la.
E o mundo dele simplesmente… parou.
Ele piscou várias vezes, como se não soubesse se aquilo era real ou delírio. O álcool queimava nas veias, deixando tudo embaralhado — visão, pensamento, voz. E o desespero que já o consumia antes agora o deixava ainda pior.
— M-Mia… eu… — ele gaguejou, tropeçando nas próprias palavras, o peito subindo e descendo rápido demais.
— Você tá aqui… eu s