Enquanto as servas a guiavam pelos corredores da mansão, cada passo de Mia parecia incerto, a atmosfera daquele lugar sussurrava segredos que ela ainda estava prestes a descobrir.
Os corredores eram longos, e mesmo com a luz do sol atravessando as imensas janelas de vidro, o ambiente permanecia sombrio e frio... como se as paredes guardassem memórias que se recusavam a adormecer.
Quando passaram por uma ampla sala de estar, um movimento à distância chamou sua atenção.
Duas lobas vestidas de branco lobas zêthas, pelo que Mia pôde perceber e elas pareciam ocupar-se de algo... ou de alguém.
A curiosidade venceu o medo, e ela se inclinou discretamente para observar melhor.
Entre os móveis luxuosos e o cheiro de ervas medicinais, uma mulher estava sentada em uma cadeira de rodas.
Os cabelos longos, pálidos como neve antiga, caíam sobre os ombros frágeis. A cabeça dela pendia levemente para o lado, e as enfermeiras sussurravam instruções em tom baixo, como se temessem acordar um fantasma.
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