Antes que a boca de Paolo sequer se aproximasse de seu seio, Luísa começou a socar no peitoral dele.
— Eu não posso, senhor Morano! — Sua voz soou entrecortada, entre uma respiração acelerada e outra.
Luísa mantinha o corpo rígido, com os punhos elevados, tentando afastá-lo. Estava lutando contra um impulso de ceder. Paolo ergueu a cabeça, estudando-a com atenção, enquanto sua expressão permanecia intrinsecamente calma.
Sob a luz suave que atravessava as janelas, os seus traços se destacavam