[...]
Eles trocaram um daqueles olhares rápidos, mas carregado de significados não ditos. Joana respirou fundo antes de falar, a voz firme, mas com um cuidado quase palpável:
— Renata, a gente precisa que você pense na possibilidade de retomar a hipnose. Nem que seja por pouco tempo. Não para abrir feridas antigas, não para se machucar de novo. É só… para tentar prender melhor as peças soltas: datas, lugares, intervalos. Quem sabe encontrar um fio que leve até ele.
Rafael se inclinou levemente