“Às vezes, o que salva não é o amor que recebemos, mas a mão que nos alcança quando já não gritamos mais.”
A estrada de terra se desenrolava até uma casa simples, com portas de madeira gastas pelo tempo, uma varanda com rede e um telhado baixo que parecia abraçar o lugar como um refúgio perdido no mundo.
Dayse chegou com uma mala em uma mão e o endereço gravado no coração. Suas pernas tremiam, não pelo esforço, mas pela avalanche de emoções que parecia prestes a engolir tudo.
Subiu os degraus