Dayse piscou lentamente, as pálpebras pesadas, como se estivessem sob o peso de uma força invisível. Os sons ao seu redor pareciam distantes, abafados, como ecos tênues carregados pelas profundezas de um vasto e silencioso oceano.
O sedativo corria por suas veias lentamente, puxando-a para a inconsciência. Enquanto sua mente se agarrava desesperadamente a pensamentos fugazes, na tentativa de se manter alerta.
Era uma luta silenciosa — um equilíbrio frágil entre rendição e resistência, entre a a