Dayse sentia que algo dentro dela estava começando a se despedaçar, e não era apenas seu corpo. Naquela manhã, acordou com o estômago revirado, os braços pesados e a cabeça latejante. O enjoo vinha em ondas, mesmo sem ter comido nada. O ar parecia mais denso, como se a mansão tivesse mudado de gravidade.
A bandeja do café da manhã chegou como sempre: suco de frutas naturais, torradas, suplementos e, ao lado do copo de água, três cápsulas ― duas brancas e uma laranja. Ela as observou por longos