“O olhar do outro me modifica. Sob o olhar do outro, torno-me outro.” — (Jean-Paul Sartre)
Às onze, o coquetel começou a se desenhar — garçons coreografados, taças alinhadas, painéis com o logotipo em tons sóbrios, jornalistas calibrando perguntas.
Renata circulou o suficiente para ser ponte e o bastante para continuar invisível onde precisava.
Atravessou o salão como quem conhece o desenho do próprio inimigo: cumprimentou parceiros, alinhou entrevistas em três eixos, sorriu o suficiente para n